Cuidados com correias transportadoras e roletes ou rolos transportadores

Para sua maior conservação, observe com atenção aos cuidados tanto com as correias quanto com os demais componentes aumentam a vida útil dos conjuntos. Os roletes precisam ser conservados sem sujeira e pó, lembrando-se sempre de verificar o funcionamento dos auto-alinhadores, assim como os rolos, substituindo-os sempre que necessário.

Os roletes devem estar perpendiculares em relação à linha de centro do transportador, limpos e girando livremente. Isso porque roletes travados, girando com dificuldade ou mais lentos que os outros causam desgaste irregular e desalinhamento da correia.

Desta forma, as rotinas de manutenção preventiva periódica nestes equipamentos para identificar o travamento dos rolos são fundamentais.

A vedação com guias laterais, utilização de raspadores e limpeza periódica são apenas algumas ações que impedem o travamento e o derramamento de material.

E, quando rolos fizerem ruído de atrito metálico, é provável que os rolamentos estejam sujos por material e com lubrificação comprometida. Nesta situação, recomenda-se a substituição imediata do rolo para evitar que ele trave.

No caso dos rolos revestidos com anéis de borracha, além da verificação de travamento, deve-se estar atento ao desgaste do revestimento.

Assim, o desgaste prematuro desta borracha é prevenido e o contato da correia diretamente com o tubo metálico dos rolos evitado.

A MAD MOURA atua com correias transportadoras padrão e com projetos de desenvolvimento sob medida. Entre em contato conosco e conheça mais sobre nossas soluções e diferenciais.

Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista sobe 0,5% em fevereiro

Sensor indica estabilidade para a atividade industrial no mês

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista de transformação subiu 0,5% em fevereiro em relação a janeiro deste ano, na série com ajuste sazonal. Já na série sem ajuste, o indicador apresentou avanço de 6,3% no mês e de 4,3% na comparação com fevereiro de 2018. No entanto, deve-se levar em consideração que o Carnaval deste ano aconteceu em março e, em 2018, no mês de fevereiro. A principal influência para o resultado do INA do mês, com ajuste sazonal, deveu-se pela variável total de vendas reais, que subiu 4,5%, seguida por horas trabalhadas na produção, que ficaram estáveis (0,0%) e do Nível de Utilização da Capacidade Instalada (0,3p.p). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, (28/3), pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Para José Ricardo Roriz, 2º vice-presidente da Fiesp e do Ciesp, um maior crescimento da atividade industrial paulista só deverá ocorrer com a aprovação da reforma da Previdência e também com ações paralelas que incentivem a criação de novos empregos como, por exemplo, nos setores de infraestrutura, agronegócio e óleo e gás. Ainda de acordo com o vice-presidente da Fiesp, as exportações também têm um papel relevante na geração de empregos. “O INA continuou a exibir baixo vigor em fevereiro. Para que haja melhora do ambiente de negócios é necessária a aprovação da reforma da Previdência e também ações que fomentem a geração de empregos não apenas na indústria, mas também no setor de infraestrutura, do agronegócio, óleo e gás”, avalia.

Sensor

A pesquisa Sensor de março, também produzida pelas entidades, marcou 50 pontos, ante os 49,7 pontos de fevereiro, na leitura com ajuste sazonal, indicando estabilidade da atividade industrial paulista para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas avançou 2,8 pontos, para 51,2 pontos em março. O indicador de estoques caiu 1,2 pontos ante fevereiro, marcando 46,6 pontos em março, o que indica que os estoques estão acima do nível desejado.

Para a variável que capta as condições de mercado, houve avanço de 1 ponto, passando a 50,3 pontos no mês de março. Acima dos 50,0 pontos indica expectativa de melhora das condições de mercado.

Para o indicador de emprego, houve alta 1,4 pontos em março para 50,4 pontos. Resultados acima dos 50 pontos indicam expectativa de admissão para o mês. O indicador de investimentos recuou 4,1 pontos, passando para 50,3 pontos.

Clique aqui para conferir a pesquisa. 

Confiança da Indústria atinge maior nível desde agosto, mostra FGV

Segunda alta do ano da confiança do empresário da indústria mostra que o setor começa a se afastar do fraco desempenho do segundo semestre de 2018.

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu 0,8 ponto de janeiro para fevereiro deste ano e chegou a 99 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse é o maior nível do indicador desde agosto do ano passado.

Segundo a FGV, essa segunda alta do ano da confiança do empresário da indústria mostra que o índice se aproxima dos 100 pontos e indica que o setor começa a se afastar do fraco desempenho do segundo semestre de 2018.

A confiança subiu em 12 dos 19 segmentos industriais pesquisados. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança do empresário no momento presente, avançou 1,8 ponto, para 98,8 pontos. A avaliação sobre o nível atual dos estoques subiu 4,7 pontos.

Já o Índice de Expectativas (IE) recuou 0,3 ponto, para 99,2 pontos. A expectativa dos empresários em relação à evolução da situação dos negócios nos seis meses seguintes recuou 2,4 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada subiu 0,4 ponto percentual em fevereiro, para 74,7%, a primeira alta desde setembro de 2018.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/economia/confianca-da-industria-atinge-maior-nivel-desde-agosto-mostra-fgv/

Brasil conquista primeiro lugar na WorldSkills e ganha maior número de medalhas até hoje

A delegação brasileira está em festa com os resultados da 43ª edição da WorldSkills – a maior competição de ensino profissional do mundo. Os competidores, treinados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), bateram um recorde histórico ao conquistar 27 medalhas: 11 de ouro, 10 de prata e 6 de bronze, além de 18 certificados de excelência. No ranking de pontos totais, o time brasileiro ficou no lugar mais alto do pódio, seguido da Coreia do Sul, França, Japão e China Taipei. Este ranking soma a pontuação que os competidores de cada delegação obtiveram nos desafios. A premiação aconteceu em cerimônia neste domingo (16) no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

Este é o melhor desempenho do Brasil desde que começou a participar da competição, em 1983. O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, comemorou o feito inédito. “A educação profissional é o começo de uma carreira bem sucedida. Desperta o senso de responsabilidade e de comprometimento do jovem com o trabalho e transforma a realidade de um país”, afirmou Andrade.

Os 56 integrantes da delegação brasileira, a mais representativa participação do país, passaram por treinamento intenso. Durante um ano, foram necessárias 311 mil horas de preparação da equipe que contou com 189 técnicos brasileiros. Nesse período, os competidores também tiveram o apoio de 70 especialistas de 13 países, além de 21 empresas parceiras que contribuíram para incrementar os treinamentos.

Para o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, o resultado alcançado na WorldSkills demonstra o alto nível de excelência que temos em educação profissional. “Isso deve servir de incentivo para corrigirmos a matriz educacional brasileira, ampliando o acesso dos jovens ao ensino técnico. Só assim os jovens terão mais oportunidades de emprego e, ao mesmo tempo, as empresas ganharão em produtividade”, disse Lucchesi.

HISTÓRICO – Na última edição da WorldSkills, em Leipzig (Alemanha), há dois anos, o Brasil havia conquistado 12 medalhas (4 de ouro, 5 de prata e 3 de bronze), além de 15 certificados de excelência – concedidos a quem atinge a partir de 500 pontos no cumprimento dos desafios. Desta vez, o desempenho mais que dobrou, especialmente nas medalhas de ouro. Ao todo, a delegação brasileira somou 27 medalhas: 11 de ouro, 10 de prata e 6 de bronze, além de 18 certificados de excelência. Confira em quais ocupações o Brasil se destacou nessa edição da WorldSkills.

Medalhas de ouro: Aplicação de Revestimento Cerâmico, Caldeiraria, Desenho Mecânico em CAD, Instalações Elétricas Prediais, Joalheria, Polimecânica e Automação, Soldagem, Tecnologia Automotiva, Tecnologia da Moda, Tecnologia de Mídia Impressa, Web Design.

Medalhas de prata: Construção de Estruturas Metálicas, Construção em Alvenaria, Design Gráfico, Engenharia de Moldes para Polímeros, Escultura em Pedra, Marcenaria de Estruturas, Mecatrônica, Panificação, Redes de Cabeamento Estruturado, Tornearia a CNC.

Medalhas de bronze: Construção de Estruturas para Concreto, Eletrônica, Manufatura Integrada, Manutenção Industrial, Cozinha, Serviço de Restaurante.

Certificados de Excelência: Carpintaria de Telhados, Confeitaria, Eletricidade Industrial, Fresagem CNC, Funilaria Automotiva, Gestão de Sistemas de Redes TI, Instalações Hidráulicas e de Aquecimento, Jardinagem e Paisagismo, Movelaria, Modelagem de Protótipos, Pintura Automotiva, Pintura Decorativa, Refrigeração e Ar Condicionado, Robótica Móvel, Soluções e Software para Negócios, Vitrinismo, Cabeleireiro, Cuidados de Saúde e Apoio Social, Florista.

Font: http://www.portaldaindustria.com.br

POTENCIAL DA BIOELETRICIDADE SERÁ DISCUTIDO NA FENASUCRO & AGROCANA

A bioeletricidade ganha espaço na matriz energética brasileira. Atualmente a fonte biomassa ocupa o 3º lugar na geração, atrás da hídrica e da fóssil, representando 9% da potência concedida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Os dados são do boletim ‘A Bioeletricidade em Números’, do mês de julho, divulgado pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA), que também revela que a energia gerada pela indústria da cana equivale a 7% da capacidade instalada no Brasil, e a 77% da fonte biomassa.

Segundo a publicação, em 2017 a bioeletricidade ficou concentrada em cinco estados da Região Centro-Sul – Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo –, sendo que este último foi o que mais contribuiu para a rede: 47% do volume total. A geração sucroenergética paulista, no período, foi equivalente a 20% da produção de energia elétrica no Estado.

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O boletim informa que a geração de bioeletricidade para o Sistema Interligado Nacional (SIN), de janeiro a junho deste ano, aumentou em 14% em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado foi impulsionado pelo início da safra da cana na Região Centro-Sul, em abril, mês também em que o gerado correspondeu a quase 5% do consumo de energia no País nos 30 dias. Ainda no primeiro semestre de 2018, estima-se que volume de bioeletricidade fornecido ao SIN evitou a emissão de 3,1 milhões de toneladas de CO2.

E é essa preocupação com a redução de emissão de gases de efeito estufa que o Brasil tem enxergado grande potencial no setor sucroenergético – inclusive, recentemente, teve sua importância reconhecida para a matriz energética nacional, enquanto gerador de energia limpa e renovável, através da implantação da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio).

Para Zilmar Souza, gerente de bioeletricidade da UNICA, é necessário estabelecer uma política setorial de incentivo e de longo prazo também para a bioeletricidade.

“Atualmente, aproveitamos apenas 15% do potencial técnico da bioeletricidade sucroenergética e uma política estimulante para esta fonte, juntamente com a operacionalização do RenovaBio nos próximos anos, devem impulsionar o avanço deste recurso renovável na matriz de energia do País”, avalia Souza.

Seminário
Embora sejam notórios as possibilidades e benefícios da expansão do setor, ainda há muitos gargalos. Por isso, todo esse cenário será debatido por especialistas renomados durante o 8º Seminário CEISE Br/UNICA sobre Bioeletricidade, evento que integra a grade de conteúdos da 26ª Fenasucro & Agrocana – maior feira de tecnologia sucroenergética do mundo, que acontece de 21 a 24 de agosto, em Sertãozinho-SP.

Marcado para o dia 22, quarta-feira, o seminário já tem, entre os palestrantes confirmados, os nomes de Eduardo Azevedo, secretário de Planejamento Energético do Ministério de Minas e Energia; e João Carlos de Souza Meirelles, secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo.

“À medida que a fabricação do etanol aumentar, visando atender às demandas do RenovaBio, será possível ampliar também a produção de bioenergia, incrementando o mix de receitas dos produtores e tornando-a ainda mais competitiva no mercado”, acrescenta Aparecido Luiz, presidente do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br).

fonte: JornalCana